Há dias serenos cujo ar nos inebria
Há dias tristes que nos toldam a razão de viver
Há dias molhados, como os teus beijos, que nos devolvem a harmonia
Há dias de sol, que nos fazem renascer.
…e há dias assim, como este, baços como fumo, que se vão moldando à vontade divina e nos fazem percorrer o mundo todo num fragmento de uma já curta existência, como se de uma cruzada proibida se tratasse.
quarta-feira, abril 02, 2008
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2 comentários:
Grande sensibilidade a tua,
que expressa amor e pena,
numa metáfora serena
que coerentemente actua.
cADA DIA ES DIFERENTE, CADA DIA TIENE SU PERSONALIDAD
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